Workshop  – Halloween

Nos dias 19 e 26 de outubro vários alunos da Escola Básica Guilherme Stephens tiveram oportunidade de participar num workshop de artes visuais subordinado ao tema “Halloween”. Dinamizada pelas professoras Ana Antunes e Clotilde Fernandes, esta atividade decorreu na Biblioteca, entre as 13h45 e as 15h00.

Num ambiente de descontração e muito animados, os alunos produziram vários elementos decorativos recorrendo a materiais recicláveis. Fantasminhas, morcegos, aranhas e chapéus de bruxinha foram depois utilizados para decorar a “Árvore Assombrada”.

Está prevista a realização de outros workshops ao longo do ano. Fiquem atentos!

A equipa da BE da Guilherme Stephens

Livros fora da Escola

O ano letivo mal começou, mas as turmas do 5º ano já tiveram a sua primeira visita de estudo! O destino? A Biblioteca Municipal e a livraria “Livros &Companhia”!

Sempre com o sol por companhia, caminhámos até à Biblioteca Municipal, onde fomos recebidos pela Dr.ª Patrícia Santos que nos guiou pelos diferentes espaços e nos deu informações importantes sobre o funcionamento deste local. A seguir, percorrendo as ruas da Marinha Grande, chegámos ao Largo Ilídio de Carvalho para visitarmos a “Livros & Companhia”. Aí, deambulámos por entre os livros e também pudemos ir ao quintal observar os gatinhos que lá vivem.

A equipa da BE da Guilherme Stephens

PASSEAR ENTRE LIVROS

Novo ano, novos alunos na escola e a Biblioteca quis dar a conhecer-se. 

Assim, ao longo de algumas semanas recebemos na BE as turmas do 3º, 4º, 5º e 7º anos para mostrar tudo aquilo que podem encontrar e fazer neste espaço que é de todos.

             Esperamos que tenham ficado com muita vontade de regressar.

A equipa da BE da Guilherme Stephens

Parlamento dos Jovens

Apresenta uma lista até 2 de dezembro

1. As listas propostas à eleição devem conter indicação de candidatos em número exato de 10; os candidatos de cada lista consideram-se ordenados segundo a sequência da respetiva lista.

2. A apresentação de candidatura consiste na entrega da lista contendo nome, ano e turma dos candidatos.

3. As listas de candidaturas são compostas de modo a promover a paridade entre os sexos; neste sentido, não podem conter mais de dois candidatos do mesmo sexo colocados, consecutivamente, na ordenação da lista.

4. Cada lista deve apresentar no máximo 3 medidas, que correspondem à tomada de posição em relação ao respetivo tema da edição do Parlamento dos Jovens.

Mais informações na Mediateca.

Rave de Leitura

Pequena Pausa, Grande Diferença

“Roubar 30 minutos ao relógio para dar ao cérebro um banho de histórias” ,foi exatamente isso que a nossa escola nos permitiu fazer através de um mini projeto de promoção da leitura.

Uma “Rave de Leitura”?! Quando ouvi falar da iniciativa, fiquei entusiasmada, porque adoro ler e achei a ideia diferente e apelativa. Cheguei até a pensar que aqueles alunos, que não gostam de ler, mas que fazem tudo para faltar às aulas, poderiam aproveitar esta oportunidade para descobrir o prazer da leitura.

A biblioteca ficou mais cheia do que é habitual. Havia alunos de várias turmas, alguns que eu já sabia que gostavam muito de ler e outros que raramente pegam num livro. Foi interessante ver esses colegas que supostamente “não gostam de ler” a escolherem livros ao acaso e, depois, a ficarem concentrados nas histórias. Durante os meus 30 minutos, criou-se um silêncio diferente, não um silêncio imposto, mas um silêncio cheio de curiosidade. Senti-me feliz ao observar aquele ambiente por um instante.

Eu adoro ler, mas entre o estudo para as diversas disciplinas, os trabalhos e as atividades extracurriculares, muitas vezes a minha agenda não me permite ter tempo para isso. Por isso, como a leitura é um prazer para mim, leio sempre um bocadinho antes de dormir. Acredito que mais iniciativas deste género podem mostrar que a leitura não é apenas uma obrigação escolar, mas uma forma de viajar sem sair do lugar.

No final, ainda tivemos direito a um lanchinho muito mimoso, com bolos e sumos. Foi uma maneira simpática de celebrar a leitura e de conviver com colegas de outras turmas.

Na minha opinião, esta iniciativa foi muito importante. Projetos como este podem levar alunos menos interessados a descobrir a leitura, a encontrar temas que os cativem e, quem sabe, a passarem a gostar de ler. Espero que a escola volte a repetir esta atividade, talvez uma vez por mês, porque meia hora pode parecer pouco, contudo pode ser o suficiente para despertar algo e fazer a diferença.

Ana Miguel Quiaios (7.º A)

O escritor vai à escola

No final deste mês de Novembro a Biblioteca foi alvo de um “assalto”: durante três manhãs, o escritor Carlos Alberto Silva  chamou os alunos à Biblioteca para lhes apresentar o seu livro “Marina e os mares de plástico” .

Partindo da história de Marina, narrada com o auxílio de um “kamishibai”( literalmente “teatro de papel”,  um suporte cujas origens remontam ao século XII  e à tradição japonesa de narrar histórias através de imagens), o autor sensibilizou os alunos para o tema da poluição e da pressão que a  civilização moderna exerce sobre a natureza, nomeadamente sobre os oceanos e as aves marinhas.

Carlos Alberto Silva, um comunicador nato, manteve as diversas plateias que passaram pela Biblioteca sempre atentas, suspensas da próxima palavra, da próxima imagem… nenhum aluno ficou indiferente ao que viu e ao que ouviu. O realismo das imagens que projectou na tela impressionou os jovens alertando-os para as perversas consequências que simples gestos do quotidiano têm no equilíbrio desta nossa casa a que chamamos Terra.

                                                                                                                A equipa da Biblioteca

Passear entre livros

Como já vem sendo hábito, no início do ano lectivo, as turmas do 5º ano vieram conhecer os espaços da Biblioteca.

Entre 24 de setembro e 3 de outubro as turmas, acompanhadas por um professor, tiveram a oportunidade de “passear” entre os livros, saber como se organiza uma biblioteca, como se arrumam os livros, o que aqui se pode fazer (ler, pesquisar, consultar, participar nas atividades, jogar…), como se devem inscrever para usufruir dos serviços prestados pela biblioteca e, claro, as regras que norteiam a sua ocupação. Parece-nos fundamental que os novos alunos se familiarizem com este espaço e se sintam bem acolhidos na escola.

Este ano letivo a Biblioteca apresentou um novo núcleo: a exposição permanente “Caminhos de HGP”, organizada a partir do espólio doado à escola pela professora Fernanda Cruz, que despertou o interesse dos alunos, sobretudo a parte que diz respeito à história e evolução da Marinha Grande.

                                                               A equipa da Biblioteca

Halloween ou Pão por Deus?

Na Stephens escolhemos os dois. A Biblioteca “horrificou-se” para comemorar o Halloween com um concurso de “Chapéus tenebrosos”, actividade realizada em colaboração com os professores de Inglês.

Participaram neste concurso cerca de 50 chapéus cuja exposição “horrorizou” quem a visitou na sala do aluno.

Mas não esquecemos as castanhas, as nozes, as merendeiras confeccionadas pelos alunos do Curso Profissional de Cozinha, e os doces que tradicionalmente são oferecidos às crianças que, de porta em porta, andam ao “bolinho” / “pão por Deus”.

E foram muitos os alunos que vieram à Biblioteca pedir o seu “pão por Deus”… abraçamos as tradições que nos chegam de outros países, mas não deixamos que as nossas se diluam no tempo.

Aristides de Sousa encontra Camões na Escola Guilherme Stephens…

E este extraordinário encontro fica a dever-se à escritora Ana Cristina Luz. Com efeito, no passado dia 6 de Junho as turmas A e F do 6º Ano vieram à Biblioteca da escola para conhecer o cônsul Aristides de Sousa Mendes que, durante a Segunda Guerra Mundial e opondo-se às ordens do ditador Salazar, possibilitou a fuga de milhares de judeus. Alguns alunos já conheciam a biografia deste “Justo entre as Nações”, mas para a maior parte foi com surpresa que ouviram contar pormenores sobre a vida deste diplomata português que pagou bem caro a desobediência a Salazar.

Da parte da tarde, foi a vez das quatro turmas do 1º ciclo ouvirem falar de Aristides e do seu feito heróico, mas foi sobretudo do mais recente livro da autora que se falou: “Quem sou eu?”, de Ana Cristina Luz, com ilustrações de Tânia Bailão Lopes, percorre a biografia de Camões adaptando-a aos mais pequenos.

Sem dúvida que Aristides teria gostado de saber que o seu nome estaria associado ao de Camões; e também este teria, certamente, escrito sobre o feito heróico de Aristides…

Mas o importante foi mesmo termos connosco a escritora Ana Cristina Luz que divulgou e despertou nos que a escutaram a curiosidade sobre estes dois vultos maiores da nossa história e da nossa literatura.

Ilustre Camões

A semana de 21 a 28 de maio foi vivida de maneira diferente na escola Stephens. Na Biblioteca respirou-se, viveu-se e ilustrou-se Camões.

Alguns alunos do 2º e 3º ciclos estiveram neste espaço para ilustrar poemas de Camões, construir um modelo em 3D, desenhar a sua caricatura, ler e ouvir ler alguns dos seus poemas, fotografar-se à maneira de Camões…

A equipa da Biblioteca, com a imprescindível colaboração da professora Clotilde Fernandes, produziu uma panóplia de recursos e dinamizou diversas atividades com o objetivo de comemorar os 500 anos do nascimento do poeta, prestando-lhe a devida homenagem e dando-o a conhecer aos alunos mais jovens.

Camões foi, literalmente, posto em cima da mesa, em 3D,em persona e de viva voz, numa iniciativa que entusiasmou os alunos ao longo desta semana.

Os trabalhos realizados pelos alunos encontram-se em exposição na Biblioteca até ao final do ano letivo.

                                                                                                              A equipa da Biblioteca

Boa filha à casa torna…

Helena Rocha é alguém que dispensa apresentações. Durante longos anos foi professora de Inglês na Escola Secundária Acácio Calazans Duarte, mas o que realmente a torna conhecida de todos é a faceta de atriz, papel que viveu apaixonadamente durante toda a sua vida.

E foi nessa qualidade que regressou à escola para nos contar algumas das peripécias que viveu nos palcos. Começando por ler um poema de sua autoria, “O menino de vidro”, a atriz e professora brilhou e encantou o público que teve o privilégio de a ouvir recordar alguns dos momentos mais hilariantes que protagonizou. Durante cerca de 40 minutos, fomos transportados para um universo onde, aconteça o que acontecer, “the show must go on”.

Para os nossos jovens alunos foi a primeira vez que puderam trocar impressões com uma atriz “verdadeira” e, claro, as perguntas foram surgindo. A todos a nossa convidada foi respondendo com uma vivacidade transbordante que cativou a audiência. Foram muito rápidos estes 40 minutos, mas no final ainda houve tempo para a fotografia, para os autógrafos e para os abracinhos com que os alunos se despediram.

                                               A equipa da Biblioteca da Guilherme Stephens